17 de jul. de 2011

Edgar Allan Poe

Estou lendo Edgar Allan Poe para o próximo Sl&l.
Alguns contos são memoráveis. O autor foi um gênio.
São histórias de mistério e terror.
Histórias ordinárias
Histórias extraordinárias!




Os crimes da Rua Morgue


"As coincidências são em geral os pedregulhos onde tropeçam esses pensadores habituados a não dar importância ao cálculo de probabilidades, teoria a que o saber humano deve as suas mais gloriosas descobertas." p.25

O escaravelho de ouro
O conto deixa o leitor em suSpENse crescente e culmina brilhantemente!

O gato negro
"...o espírito de PERVERSIDADE. Deste sentimento não se ocupa a filosofia...Quem não se viu, centenas de vezes, a cometer ações vis ou estúpidas, pela única razão de que sabia que não devia cometê-las? Acaso não sentimos uma inclinação constante mesmo quando estamos no melhor do nosso juízo, para violar aquilo que é lei, simplesmente porque a compreendemos como tal? Esse espírito de perversidade, digo eu, foi a causa de minha queda final. "p.67

O barril de "Amontillado"
"Um insulto só é vingado quando a vingança não atinge o vingador; e também não é vingado se o vingador não se dá a conhecer ao autor da injúria." p.75

Manuscrito encontrado numa garrafa
"Quem tem apenas um momento mais de vida! Nada tem a dissimular." p.81

POE, Edgar Allan. Histórias extraordinárias. [S.l.]: América do Sul, 1988. 96 p. (Biblioteca de ouro da literatura universal ;3)

Outros contos lidos:

O demônio da perversidade
Nunca aposte sua cabeça com o diabo
Hop-Frog ou Os 8 orangotangos acorrentados
Eleonora
Morella
O rei Peste
Sombra uma parábola
Silêncio uma fábula
Tu és homem
A esfinge
...e o último...mais longo...Romance:
A narrativa de A. Gordon Pym.

Braulio Tavares diz que em alguns sentidos "É possível dizer que, no começo do século XIX, Edgar Allan Poe foi o primeiro autor a praticar a literatura do século XXI.

Eu digo simplesmente, que um escritor = a EAP, never more!

3 de jul. de 2011

Jogo de vôo simulado...



No fim tu hás de ver que as coisas mais leves são as únicas que o vento não conseguiu levar: um estribilho antigo, um carinho no momento preciso, o folhear de um livro de poemas, o cheiro que tinha um dia o próprio vento....
Mário Quintana

27 de jun. de 2011

World knowledge database

O site oferece informações do mundo todo sobre: arte, cultura, literatura, informática, política, ciência, tecnologia, matemática, química, biologia, geografia, educação, desenho, radio, música, teatro, filme entre outros

26 de jun. de 2011

Observatório da infância

Infância Passa lento o tempo da escola e a sua angústia
com esperas, com infinitas e monótonas matérias.
Oh solidão, oh perda de tempo tão pesada...
E então, à saída, as ruas cintilam e ressoam
e nas praças as fontes jorram,
e nos jardins é tão vasto o mundo —.
E atravessar tudo isto em calções,
diferente de como os outros vão e foram —:
Oh tempo estranho, oh perda de tempo,
oh solidão.

E olhar tudo isto à distância:
homens e mulheres; homens, homens, mulheres
e crianças, tão diferentes e coloridas —;
e então uma casa, e de vez em quando um cão
e o medo surdo trocando-se pela confiança:
Oh tristeza sem sentido, oh sonho, oh medo,
Oh infindável abismo.

E então jogar: à bola e ao arco,
num jardim que manso se desvanece
e por vezes tropeçar nos crescidos,
cego e embrutecido na pressa de correr e agarrar,
mas ao entardecer, com pequenos passos tímidos,
voltar silencioso a casa, a mão agarrada com força —:
Oh compreensão cada vez mais fugaz,
Oh angústia, oh fardo!

E longas horas, junto ao grande tanque cinzento,
ajoelhar-se com um barquinho à vela;
esquecê-lo, porque com iguais
e mais lindas velas outros ainda percorrem os círculos,
e ter de pensar no pequeno rosto
pálido que no tanque parecia afogar-se — :
oh infância, oh fugazes semelhanças.
Para onde? Para onde?

Rainer Maria Rilke, in "O Livro das Imagens"
Tradução de Maria João Costa Pereira

25 de jun. de 2011

Livros sobre comunicação e web 2.0



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15 de jun. de 2011

Epígrafes


“Age de tal modo que a máxima da tua vontade possa valer sempre ao mesmo tempo como princípio de uma legislação universal”.
Immanuel Kant

“Realmente, o passado não deixa de indicar-nos que a evolução é a evolução apenas quando ela não seguiu processo provável”.
Edgar Morin


“Sempre há um número demasiado deles. ‘Eles’ são os sujeitos dos quais devia haver menos – ou, melhor ainda, nenhum. E nunca há um número suficiente de nós. ‘Nós’ são as pessoas das quais devia haver mais”
Zigmunt Bauman


"À força de querer buscar as origens nos tornamos caranguejo. O historiador olha para trás e acaba crendo para trás".
Nietzsche

14 de jun. de 2011

Transposição

Num instante renasço e me refaço
O porvir não está por vir
É presente sentido, ou apenas vivido?

Passado é futuro
Futuro é transição
Nunca um fim, nem um começo

Simplesmente o caminhar ...

Minha vida,
meus sonhos,
minha história,
São tão somente minha trajetória

6 de jun. de 2011

Mario Sergio Cortella dos Diálogos Impertinentes

"Álvaro Lins, crítico literário pernambucano que chegou a chefiar a Casa Civil do governo JK, fez uma reflexão no "Notas de um Diário de Crítica" que expressa uma parte dessa contraditória agonia: "Ah, a tristeza de saber, no fim da leitura de certos livros, que nunca mais os leremos pela primeira vez, que não se repetirá jamais a sensação da primeira leitura, que não teremos renovada a felicidade de ignorá-los num dia e conhecê-los no dia seguinte".

Certa vez, o grande linguista e pensador brasileiro Flávio Di Giorgi perguntou a um aluno, em um sarau na PUC-SP, se ele já houvera lido a "Odisséia", de Homero; o jovem, cabeça baixa, um pouco envergonhado, disse que não. Imediatamente, o professor, olhos umedecidos, disse a ele, voz embargada e com a sinceridade de sempre: "Eu o invejo; eu já a li"."

CORTELLA, Mario Sergio. Um persistente cio. In: Folha de S. Paulo, São Paulo, 26 de set. 2002. Equilíbrio. Online. Disponível na Internet http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq2609200226.htm

4 de jun. de 2011

America




America dei-te tudo e agora nao sou nada

America quando seras tu Angelica

Allen Ginsberg

3 de jun. de 2011

Madrugada camponesa Thiago de Mello

Para os trabalhadores do MST em 1999

Madrugada camponesa,
faz escuro ainda no chão,
mas é preciso plantar.
A noite já foi mais noite,
a manhã já vai chegar.

Não vale mais a canção
feita de medo e arremedo
para enganar solidão.
Agora vale a verdade
cantada simples e sempre,
agora vale a alegria
que se constrói dia-a-dia
feita de canto e de pão.

Breve há de ser (sinto no ar)
tempo de trigo maduro.
Vai ser tempo de ceifar.
Já se levantam prodígios,
chuva azul no milharal,
estala em flor o feijão,
um leite novo minando
no meu longe seringal.

Madrugada de esperança
já é quase tempo de amor.
Colho um sol que arde no chão,
lavro a luz dentro da cana,
minha alma no seu pendão.

Madrugada camponesa.
Faz escuro (já nem tanto),
vale a pena trabalhar.
Faz escuro mas eu canto
porque a manhã vai chegar.


(Thiago de Mello in Faz escuro mas eu canto)

30 de mai. de 2011

Exercício de Decisão Grupal

Exercício da “Máquina Registradora”
A HISTÓRIA: Um negociante acaba de acender as luzes de uma loja de calçados, quando surge um homem pedindo dinheiro. O proprietário abre uma máquina registradora. O conteúdo da máquina registradora é retirado e o homem corre. Um membro da polícia é imediatamente avisado.

Declaração acerca da história: Verdadeiro – Falso – Desconhecido


1. Um homem apareceu assim que o proprietário acendeu as luzes de sua loja de calçados ….. V F ?
2. O ladrão foi um homem……… V F ?
3. O homem não pediu dinheiro……. V F ?
4. O homem que abriu a máquina registradora era o proprietário………V F ?
5. O proprietário da loja de calçados retirou o conteúdo da máquina registradora e fugiu ……..V F ?
6. Alguém abriu uma máquina registradora……… V F ?
7. Depois que o homem que pediu o dinheiro apanhou o conteúdo da máquina registradora, fugiu……. V F ?
8. Embora houvesse dinheiro na máquina registradora, a história não diz a quantidade……… V F ?
9. O ladrão pediu dinheiro ao proprietário ………… V F ?
10. A história registra uma série de acontecimentos que envolveu três pessoas: o proprietário, um homem que pediu dinheiro é um membro da polícia …… V F ?
11. Os seguintes acontecimentos da história são verdadeiros: alguém pediu dinheiro – uma máquina registradora foi aberta – seu dinheiro foi retirado….V F ?