Domingo, 12 de Julho de 2009
Nada de novo, tudo de velho, velho de novo
Já é domingo e não consigo postar nada interessante!!!
Quando quero escrever algo que impressione
as ideias fogem as palavras somem
quando quero escrever algo por inspiração
faltam as letras, falta a coNJunção
quando quero escrever tudo, escrevo nada
Nada de novo, tudo de velho, velho de novo.
... a exceção é que ...
Ontem conheci um Cajón.
Quem diria..., e como poderia ??
uma caixa ter o som da bateria!
Quando quero escrever algo que impressione
as ideias fogem as palavras somem
quando quero escrever algo por inspiração
faltam as letras, falta a coNJunção
quando quero escrever tudo, escrevo nada
Nada de novo, tudo de velho, velho de novo.
... a exceção é que ...
Ontem conheci um Cajón.
Quem diria..., e como poderia ??
uma caixa ter o som da bateria!
Segunda-feira, 6 de Julho de 2009
A princesa e o ... foram felizes para sempre

Com o título original “Princess and the Frog”, o filme terá a primeira princesa negra da Disney, e a história se passará no cenário de Nova Orleans, nos anos 1920, chamada a Era do Jazz. Previsão de estréia : Dezembro 2009
Não sou "Tiana", nem me inspiro no Obama, mas depois de passar por Vales de Liberdade, optei por viver meu conto de dados outra vez... A sorte está lançada! É bom voar 'prá longe de casa', assim como também é bom voltar de novo prá casa, o que condeno é nunca ter saido de nenhum lugar.
Domingo, 5 de Julho de 2009
Livros

Livros Caetano Veloso
Tropeçavas nos astros desastrada
Quase não tínhamos livros em casa
E a cidade não tinha livraria
Mas os livros que em nossa vida entraram
São como a radiação de um corpo negro
Apontando pra a expansão do Universo
Porque a frase, o conceito, o enredo, o verso
(E, sem dúvida, sobretudo o verso)
É o que pode lançar mundos no mundo.
Tropeçavas nos astros desastrada
Sem saber que a ventura e a desventura
Dessa estrada que vai do nada ao nada
São livros e o luar contra a cultura.
Sem saber que a ventura e a desventura
Dessa estrada que vai do nada ao nada
São livros e o luar contra a cultura.
Os livros são objetos transcendentes
Mas podemos amá-los do amor táctil
Que votamos aos maços de cigarro
Domá-los, cultivá-los em aquários,
Em estantes, gaiolas, em fogueiras
Ou lançá-los pra fora das janelas
(Talvez isso nos livre de lançarmo-nos)
Ou o que é muito pior por odiarmo-los
Podemos simplesmente escrever um:
Mas podemos amá-los do amor táctil
Que votamos aos maços de cigarro
Domá-los, cultivá-los em aquários,
Em estantes, gaiolas, em fogueiras
Ou lançá-los pra fora das janelas
(Talvez isso nos livre de lançarmo-nos)
Ou o que é muito pior por odiarmo-los
Podemos simplesmente escrever um:
Encher de vãs palavras muitas páginas
E de mais confusão as prateleiras.
Tropeçavas nos astros desastrada
Mas pra mim foste a estrela entre as estrelas
Sexta-feira, 3 de Julho de 2009
Mario Quintana
Quem disse que a poesia é apenas
agreste avena?
A poesia é a eterna Tomada da Bastilha
o eterno quebra-quebra
o enforcar de Judas, executivos e catedráticos em todas
as esquinas
e,
a um ruflar poderoso de asas,
entre cortinas incendiadas,
os anjos do senhor estruprando as mais belas filhas dos
mortais...
Delas, nascem os poetas,
Não todos... Os legítimos
espúrios:
um Rimbaud, um Poe, Um Cruz e Souza...
(Rege-os, misteriosamente, o décimo-terceiro signo do Zodíaco.)
Mário Quintana.
Terça-feira, 30 de Junho de 2009
Sonho roubado
Através das nuvens o Sol passou
No buraco das janelas penetrou
Aqueceu o olhar
Ardeu a retina
Seu sonho foi roubado,
Também sua rotina.
Olhou para o buraco
viu o céu,
enquanto ainda podia olhar,
o mel se foi,
começou a sangrar.
No buraco das janelas penetrou
Aqueceu o olhar
Ardeu a retina
Seu sonho foi roubado,
Também sua rotina.
Olhou para o buraco
viu o céu,
enquanto ainda podia olhar,
o mel se foi,
começou a sangrar.
Segunda-feira, 29 de Junho de 2009
Sem inspiração para um título
Tantos sonhos sonhados
Tanta espera perdida
As coisas não mudam, nós é que mudamos. O início de um hábito é como um fio invisível, mas cada vez que o repetimos o ato reforça o fio, acrescenta-lhe outro filamento, até que se torna um enorme cabo e nos prende de forma irremediável, no pensamento e ação. (Orison Swett Marden)
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