29 de abr de 2018

Fluxo

Escrevi sensações, sem pensar, sem parar

Palavras que brotavam no fluxo do pensamento

No fluxo da tinha que se espalhava e borrava

No fluxo que não parava, de uma ideia que pipocava




Como água pingando do ar, como ondas do mar, o vento a soprar.

Como sangue escorrendo, da vida que esvai e acaba num ponto.

Estanquei a verborragia, sem mais verbos, só com um certeiro ponto.

Um e outro

Um Eu é verdadeiro

O outro é ficção

Um Eu é experiência

O outro é narração

Um Eu é armadilha

O outro é liberdade

Um Eu é essência

O outro é in/dignidade.

vIDA

Enquanto não conheço o George III, faço pequenas incursões pelo interior de Santa Cruz do Sul.

O combinado é nunca repetir o mesmo local.

Ontem, 28 de abril, foi a vez de conhecer o Restaurante Vulgo Vito, na Avenida Prefeito Orlando Oscar Baumhardt, 573, Linha Santa Cruz, em Santa Cruz do Sul, RS.

Os famosos aperitivos "couver artístico" estavam deliciosos; logo a seguir veio a salada da casa, perfeitíssima; em seguida o prato principal Prime Rib 60 com legumes salteados; o vinho da casa tinto, estava excelente e para finalizar, uma sopa de frutas vermelhas e o meu sempre almejado e ansiado Petit Gateau. Nunca vi tanta mesura, nunca me senti tão feliz. Celebrar a vida é o que importa, o resto é vaidade e correr atrás do vento.

Se os ventos vierem carregados de tempestades estou pronta para recebê-los com o coração tranquilo e com reverência.
Se os ventos vierem carregados de bonança, estou pronta para receber com a coluna reta e polidez concreta.
Que soprem os ventos! Que venham os ventos! Importa é o movimento, estou à espera com a mesura mais sincera e discreta.

31 de jan de 2018

Marcos

Os mais de 10 dias que passamos entre Verona, Veneza, Firenze e Roma foram deliciosamente deslumbrantes. O termo “deslumbrante” é insuficiente para expressar tudo que sentimos. Muitas vezes as emoções transformavam-se em lágrimas em cada obra de arte renascentista, em cada arquitetura poética, em cada palácio ornamentado de temas épicos e mitológicos, em cada passo pelas estreitas ruas e vielas, em cada olhar; desde a neve distante, os montes longínquos, até as pedras que alicerçavam os monumentos, que de forma inadvertida arrancavam lágrimas que teimosamente rolavam por nossas faces, para espanto e uma certa dose de ironia, de nosso jovem e estimado guia. A elegância dos transeuntes, o sussurrar dos sons clássicos que ecoavam os becos, o verde magnífico dos jardins, até o odor de Veneza, foram motivos de júbilo, contemplação, êxtase, emoção incontida. Jamais poderemos explicar em palavras tanto prazer! Seremos gratas ao Uni-Verso de algumas pessoas tão próximas, outras tão distantes que nos proporcionaram experiências significativas, gritantes, gratificantes. “A vida entre os homens é um fogo que queima, se dele tomarmos muito; mas se tomarmos pouco, ele nos alumia.” Somos hoje, uma espécie de centelha, graças aos nossos, Marcos, iluminadores.

Poema X Poesia

Poema é texto
Poesia é contexto
Intertexto a “coisa-em-si”

Poema é letras
Poesia é música
Som, calma, fúria
DÓ-SOL-LÁ-MI

Poema é escrita
Poesia é imagem
Cor, visão,
imaginação do que vi

Poema é matemática
Poesia é o número Pi

A chuva

Chuva que cai. Chuva que esvai. - Chuva que molha a terra seca. Como um bálsamo que acalenta a dor. Alivia o deserto de uma vida seca. Chuva molhada de amor. - Chuva que cai. Chuva que vai. E se transforma . -Em mar.

30 de jan de 2018

Imagens de um sonho

O Trabalho e os Dias

Eles eram plantadores e moedores de cana, derrubadores de mata e semeadores de mudas; eram vaqueiros, remeiros, pescadores, mineiros, e lavradores; eram artífices, caldeireiros, marceneiros, ferreiros, pedreiros e oleiros; era domésticos e pajens. Guarda-costas, capangas e capitães-do-mato; feitores, capatazes e até carrascos de outros negros. Estavam e todos os lugares: nas cidades, nas lavouras, nas vilas, na mata, nas senzalas, nos portos, nos mercados, nos palácios. Carregavam baús, caixas, cestas, caixotes. Lenha, cana, quitutes, ouro e pedras, terra e dejetos. Também transportavam cadeirinhas, redes, literas onde, sentados ou deitados, seus senhores passeavam (ou até viajavam). Eles eram, de acordo com o Jesuíta Antonil, “as mãos e os pés dos senhores de engenho”. Mas, no Brasil, os escravos fora ainda mais que isso: foram os olhos e os braços dos donos das minas; foram os pastores dos rebanhos e as bestas de carga; fora os ombros, as costas e as pernas que fizeram andar a Colônia , mas tarde, o Império. Foram o ventre que gerou imensa população mestiça e o seio que amamentou os filhos dos senhores. Deixaram uma herança profunda: em 500 anos de história, o Brasil teve três séculos e meio de regime escravocrata contra apenas um de trabalho livre. Que conseqüências teve esse legado? Onde começa e para onde conduz? Quais suas origens? Já houve que arriscasse uma explicação: “Se há um povo dado à preguiça, sem ser o português, então não sei eu onde ele existia (...) Essa gente tudo prefere suportar a aprender uma profissão qualquer”, escreveu o humanista flamengo Nicolau Clenardo, ao visitar Portugal em 1535. É elucidativo que, em Portugal, o verbo “mourejar” tivesse se tornado sinônimo de “trabalhar”. Se no Reino era assim, pior ficou no trópico. Em 1808, ao visitar o Brasil, John Luccock, um Inglês, comentou que os brancos se sentiam “fidalgos demais para trabalhar em público”. Meio século depois, Thomas Ewbank, também britânico, dizia que no Brasil, “um jovem preferia morrer de fome a abraçar uma profissão manual”. Segundo ele, a escravidão tornara “o trabalho desonroso – resultado superlativamente mau, pois inverte a ordem natural e destrói a harmonia da civilização”As críticas não eram arrogância britânica: para Luís Vilhena, mestre português que ensinava grego na Bahia, o Brasil era o “berço da preguiça” Fonte: Brasil: Uma História – Editora Ática – 1ª Edição.

Os Requintes da Crueldade

Como todas as sociedades escravocratas, também no Brasil a variedade de suplícios e castigos estipulados pelos senhores para punir seus servos foi ampla, geral e irrestrita. A punição mais comum era o açoite em praça pública, regulada pelo Código Penal. Num de seus desenhos mais conhecidos, o francês Jean Baptieste Debret, que esteve no Brasil de 1816 a 1831, retratou esse suplício e escreveu sobre ele: “O povo admira a habilidade do carrasco que, ao levantar o braço para aplicar o golpe, arranha de leve a epiderme, deixando-a em carne viva depois da terceira chicotada. Conserva ele o braço levantado durante o intervalo de alguns segmentos entre cada golpe, tanto para contá-los em voz alta como para economizar forças até o final da execução. O chicote, que ele mesmo fabrica, tem sete ou oito tiras de couro bastante espessas e bem retorcidas. Esse instrumento contundente nunca deixa de produzir efeito quando bem seco, mas, ao amolecer, pelo sangue, precisa o carrasco trocá-lo, mantendo para isso cinco ou seis a seu lado, no chão (…). Embora fortemente amarrado ao “pau de paciência”, como se chama o pelourinho, a dor dá-lhe tanta energia que a vítima encontra forças para se erguer nas pontas dos pés a cada chicotada, movimento convulsivo tantas vezes repetido que o suor da fricção do ventre e das coxas da vítima acaba polindo o pelourinho. Entretanto, alguns condenados (e esses são temíveis) demonstram grande força de caráter, sofrendo em silêncio até a última chicotada. De volta à prisão, a vítima é submetida a uma segunda prova, não menos dolorosa: a lavagem das chagas com vinagre e pimenta e grande quantidade de sal. “Essas penas, de 50 a 200 chibatadas, são rigorosas, mas há outras bárbaras, como a que condena à morte o chefe de quilombos: são 300 chibatadas ao longo de vários dias. No primeiro, ele recebe cem, à razão de 30 por vez. A última execução abre chagas já profundas e ataca as veias mais importantes, provocando uma tal hemorragia que o negro sucumbe”. Faltas “menos graves” eram punidas com palmatória, cujas pancadas podiam chegar a 200: com o tronco que, segundo Debret, provocava “mais tédio do que dor”; ou com a gargalheira, colar de ferro com vários ganchos que facilitava a captura de escravos fujões. A primeira fuga era punida com a marcação, por ferro em brasa, de um F no rosto ou no ombro do escravo. Na segunda tentativa, o fugitivo tinha uma orelha cortada e, na terceira, era chicoteado até a morte. Outras “faltas graves”, além de fuga, podiam ser punidas com a castração, a quebra dos dentes a martelo, a amputação dos seios, o vazamento dos olhos ou a queimadura com lacre ardente. Houve casos de escravos lançados vivos nas caldeiras ou passados na moenda, além daqueles que, besuntados de mel, foram atirados em grandes formigueiros. O estudo mais aprofundado dos castigos revela que não eram aplicados para “corrigir” o escravo (mesmo porque, muitas vezes não se sobrevivia a els), mas para semear o terror entre os que eram forçados a assistir aos suplícios. As punições eram, em geral, aplicadas por outros escravos – atrás deles, porém, ficava o feitos, sempre pronto a punir qualquer brandura ou esmorecimento por parte do carrasco. Durante 300 anos, o castigo foi uma peça básica para a manutenção de engrenagem escravocrata. Imagens-Fonte: http://migre.me/7uJTO

21 de abr de 2014

História

Alguns livros de Eric Hobsbawm, um dos maiores historiadores do século XX, estão disponível para serem baixados ou lidos em PDF na internet. Atualmente o leitor pode fazer download de forma grátis dos seguintes livros: Nações e nacionalismo desde 1780 Ecos da Marselhesa A era das revoluções A era do capital Era dos extremos Era dos impérios Eric Hobsbawm nasceu no Egito sob domínio britânico, por isso passou a ter nacionalidade britânica. Militante político do Partido Comunista da Grã-Bretanha até a década de 90, também fez parte de uma corrente de historiadores ingleses que renovaria a escrita da história e o próprio marxismo. Faleceu em outubro de 2012. Acesse: http://www.diarioliberdade.org/mundo/resenhas/44522-livros-do-historiador-marxista-eric-hobsbawm-gr%C3%A1tis-em-pdf.html

FiloSofia

Exercicios

27 de fev de 2014

Estupefação

Estupefação (Jorce&Nita) E o tempo chegou devagarinho Mal percebi sua inexorável arte Espelhei-me nos outros e em mim Hoje, procuro encontrar-me em cada parte. Ao olhar-me no espelho, estupefata Não reconheço quem eu sou, quem eu fui Sempre que espio, uma outra parte some É quase uma brincadeira de esconde-esconde Ao buscar encontrar as minhas partes Sempre sobra um pedaço não igual Incompleta, espalhada, continuo nesta vida. Procurando encontrar o não dual.

1 de jan de 2014

Um SUPER 2014

Este ano terei que jogar no bixo, afinal, minha casa foi infestada, na virada, por estranhos insetos! Vivo rodeada de pássaros de diferentes cores e cantos. Vivem aterrissando no meu quintal. No dia 31, ficamos eu + um pássaro (não sei de qual espécie) observando-nos mutuamente, por aproximadamente 5 ou 10 minutos. Foi incrível! Cantava e olhava-me...por um instante, pensei no "Bernardo" do Manoel de Barros, instantaneamente estiquei meu braço, mas o danado do pássaro não pousou em mim, tentei conversar com ele, mas continuou fitando-me e cantando. Achei fascinante, fiquei emocionada, mas confesso que depois dos 5 minutos brincando de "estátua" fiquei entendiada. Na virada do ano, apareceram gafanhotos, louva-a-deus, baratas, aranha 1, aranha 2 (possivelmente a companheira), cascudos e para finalizar no primeiro dia do ano, caiu mais um passarinho do ninho, dentro da minha churrasqueira, oferecemos água e pão. Pensei em levá-lo na casa do professor Jair Putzke, mas decidi levá-lo amanhã para a UNISC. Não sei cuidar de bichos em cativeiro, nem em liberdade, mal sei cuidar de mim. Pesquisei na internet sobre jogos e animais. Encontrei "Dicas do inconsciente". Que Jung esteja certo, e que Freud ajude-me a sonhar... 2014, será SUPER, disso eu não tenho dúvidas.
DICAS DO INCONSCIENTE As sugestões tradicionais de aposta para cada tipo de sonho [Para quem sonhou com...] [Animal] [Grupo Dezenas] Aliança, casamento, mesa, pérola = Avestruz = 1 01, 02, 03, 04 Briga, palhaço, uva = Águia = 2 05, 06, 07, 08 Abrigo, proteção, livro = Burro = 3 09, 10, 11, 12 Crianças, jardim, lua, montanha = Borboleta = 4 13, 14, 15, 16 Bruxa, Deus, raio, sombra = Cachorro = 5 17, 18, 19, 20 Escuridão, bebê, Sol = Cabra = 6 21, 22, 23, 24 Janela, lâmpada, moeda, ovo = Carneiro = 7 25, 26, 27, 28 Amigo, escada, homem, lápis, pirâmide = Camelo = 8 29, 30, 31, 32 Igreja, mar, noite, ponte, seios = Cobra = 9 33, 34, 35, 36 Beijo, pedra = Coelho = 10 37, 38, 39, 40 Leite, nudez, sapato = Cavalo = 11 41, 42, 43, 44 Anjo, sangue = Elefante = 12 45, 46, 47, 48 Cafunés, defuntos, faca, muro, óculos = Galo = 13 49, 50, 51, 52 Medo, nuvem, sal, vermelho = Gato = 14 53, 54, 55, 56 Ilha, umbigo = Jacaré = 15 57, 58, 59, 60 Acidentes, máscara, pé = Leão = 16 61, 62, 63, 64 Pedras preciosas = Macaco = 17 65, 66, 67, 68 Casamento, lago, mãe = Porco = 18 69, 70, 71, 72 Casa, fogo, ninho, pão, rio = Pavão = 19 73, 74, 75, 76 Dinheiro, flor, neve, olhos, remédio = Peru = 20 77, 78, 79, 80 Carnaval, filhos, relógio = Touro = 21 81, 82, 83, 84 Fantasma, navio, orelha, praia, rei = Tigre = 22 85, 86, 87, 88 Adultério, naufrágio, pai, queda, vulcão = Urso = 23 89, 90, 91, 92 Exército, hospital, nascimento, quartel = Veado = 24 93, 94, 95, 96 Espelho, estrela, onda, quadro = Vaca = 25 97, 98, 99, 00 01 Avestruz 02 Águia 03 Burro 04 Borboleta 05 Cachorro 06 Cabra 07 Carneiro 08 Camelo 09 Cobra 10 Coelho 11 Cavalo 12 Elefante 13 Galo 14 Gato 15 Jacaré 16 Leão 17 Macaco 18 Porco 19 Pavão 20 Peru 21 Touro 22 Tigre 23 Urso 24 Veado 25 Vaca

27 de dez de 2013

Um filme por dia, nos próximos 15 dias.

Pelos meus olhos,roteiro e direção de Icíar Bollaín. "Conta a história de uma mulher que, numa noite de inverno, foge de casa levando consigo somente o filho e poucos pertences. Ela sabe que o marido vai procurá-la e isso a deixa apavorada. Ela é tudo pra ele, é o seu Sol. Ele diz, inclusive, que foi ela que lhe deu seus olhos. Ao longo do filme, as personagens vão revelando um fascinante quadro familiar, através do qual saberemos quem é quem e onde os conceitos de lar, amor e proteção se confundem com inferno, dor e medo." Tema: Violência contra a mulher.
Mutum quer dizer mudo. Direção de Sandra Kogut. "Mutum é um pássaro preto que só canta à noite. E Mutum é também o nome de um lugar isolado no sertão de Minas Gerais, onde vivem Thiago e sua família. Thiago tem dez anos e é um menino diferente dos outros. É através do seu olhar que enxergamos o mundo nebuloso dos adultos, com suas traições, violências e silêncios. Ao lado de Felipe, seu irmão e único amigo, Thiago será confrontado com este mundo que ele também terá que aprender a deixar..."
Memória para uso diário . Direção, pesquisa e produção, Beth Formaggini ; direção e produção, Roberto Wong. "Nosso fio condutor é Ivanilda, que durante 31 anos procurou nos arquivos sinais do seu marido desaparecido político. Suas idas e vindas se trançam com as ações de militantes e parentes das vitimas da ditadura e da violência policial dos dias de hoje que vão desvelando outros fios pelas ruas e cemitérios clandestinos do Rio. Eles pertencem ao Grupo Tortura Nunca Mais /RJ e interagem entre a lembrança traumática e o esquecimento no trabalho de trazer à tona a memória de fatos recentes, revelando a seletividade da história oficial e de construir uma memória política. Pensam o passado para que se possam libertar o futuro dos fantasmas que ainda nos perseguem no presente."
Persona. Direção Ingmar Bergman. "Uma atriz teatral de sucesso sofre uma crise emocional e emudece. Para se recuperar, parte para uma casa de campo, sob os cuidados de uma enfermeira, que a admira e tenta compreender a razão de seu silêncio. Isoladas, as duas mulheres desenvolvem uma relação de forte intensidade emocional. A antológica seqüência inicial, as atuações viscerais de Bibi Andersson e Liv Ullman, a brilhante direção de Bergman fazem de Persona uma experiência cinematográfica fascinante e inesquecível."
O passado. Direção, Hector Babenco. "O Passado é a história de Rimini, jovem tradutor que termina um casamento de 12 anos com Sofia, sua primeira namorada. A delicadeza com a qual ambos conduzem a separação acaba quando ele começa a namorar Vera, modelo de 22 anos que, ao presenciar Sofia beijando-o a força, morre atropelada. Um ano depois, já refeito, Rimini se casa com Carmen, sua parceira de tradução. Uma amnésia misteriosa, decorrente do trauma da morte de Vera, apaga de seu cérebro o conhecimento de idiomas que ele traduz. Ajudado por Camen, Rimini tenta se adaptar ao papel incômodo de marido dependente. O nascimento do filho, Lucio, o ajuda a reanimar-se. Mas o casamento naufraga quando Sofia, num momento de loucura, seqüestra por algumas horas o bebê do casal depois de atrair Rimini para um hotel de encontros. Rimini nunca mais terá autorização para aproximar-se do filho e da ex-mulher."
A profecia celestina. Direção, Armand Mastroianni ; produção Barnet Bain ... [et al.]."Em 1993, Jemes Redfield publicou "A Profecia Celestina", que vendeu mais de 25.000.000 de cópias em todo o mundo até hoje. Desse Best-Seller surge uma magnífica produção de Hollywood, um romance cheio de ação e revelações. No filme, o espectador mergulha na heróica missão do autor, em sua jornada espiritual rumo ao Peru, buscando compreender o significado contido em nove manuscritos. Assim como no livro, do entendimento dessas mensagens brotam caminhos que levam ao futuro evolutivo de toda a humanindade, agora disponíveis a um público ainda maior, em DVD.."
Carandiru. Produzido e dirigido por Hector Babenco."Carandiru foi o 4º filme mais visto no Brasil em 2003, levando mais de 4 milhões de pessoas aos cinemas. O longa conta a história de um médico que realiza um trabalho de prevenção à AIDS no maior presídio da América Latina, o Carandiru. Lá ele convive com a realidade atrás das grades, que inclui violência, superlotação das celas e instalações precárias. Mas, apesar de todos os problemas, o médico logo percebe que os prisioneiros não são figuras demoníacas, existindo dentro da prisão solidariedade, organização e uma grande vontade de viver. Merece atenção, sobretudo, a polêmica abordagem da intervenção policial que matou 111 presos em 1992 e que ficou conhecida como "O Massacre do Carandiru"."
Eclipse. Direção, Michelangelo Antonioni ; produção, Raymond Hakim e Robert Hakim. "Um dos filmes essenciais dos anos 60, O Eclipse é a última parte da célebre "trilogia da incomunicabilidade" do mestre Antonioni (A Noite). Logo após terminar com o namorado, Vittoria (Monica Vitti) conhece Piero (Alain Delon), um jovem operador da bolsa de valores. Apaixonados, iniciam um conturbado romance pelas ruas de Roma."
O tempo e o vento. "E assim, cortaram campos, atravessaram banhados, passaram rios em busca de uma nova vida. Agora, Ana Terra tinha certeza de que queria viver: para ver o filho crescer, conhecer os filhos do seu filho e, se Deus ajudasse, talvez os filhos do filho do seu filho. Uma nova família começará com ela: os Terra Cambará. Morre o Capitão. Mas sua lenda fica. Seus descendentes imbuídos do ímpeto, da valentia e da grandeza do Capitão constituirão a dinastia Terra Cambará. O Brasil se torna um país republicano, suas fronteiras delimitadas e é abolida a escravidão. O sangue do desconhecido Capitão Rodrigo não foi derramado em vão."
Sangue no gelo. Direção de Scott Walker "O detetive Jack Halcombe (Nicolas Cage) está investigando os crimes de Robert Hansen (John Cusack), um serial killer que, há 13 anos, tem espalhado terror pelas ruas da cidade de Anchorage, no Alaska. Hansen só faz vítimas do sexo feminino. Ele já sequestrou mais de 20 mulheres e as deixou na mata, só pelo prazer doentio de caçá-las. Cindy Paulson (Vanessa Hudgens), uma jovem de 17 anos, consegue escapar das garras de Hansen e resolve ajudar o detetive Halcombe a prender o assassino."

26 de dez de 2013

Um livro por dia, nos próximos 30 dias.

"Levamos ele pro mar, segurando suas mãos, pra passar confiança. Ele tampou o nariz e botou só um cadinho do rosto dentro d'água. Ninguém riu. Nenhum de nós acha bom rir do medo que o outro tem e que a gente nem medo tem, porque há medos que os outros nem sabem que temos. Complicado, não é? É. Falar sobre medo é sempre complicado. Tenho os meus. Não sou assim, tão Valentina." Hermes Bernardi Jr. 1- BERNARDI JÚNIOR, Hermes. Conchas. 1. ed. Porto Alegre: EDELBRA, 2012. 54 p.
Rogério Rosenfeld conta-nos neste livro a história da descoberta do bóson de Higgs e toda a aventura científica que levou á descoberta. "Quem sabe sabe que não sabe Porque sabe que ninguém sabe E quem não sabe Não sabe porque ninguém sabe." Luiz Tatit e Itamar Assumpção.
2- ROSENFELD, Rogério. O cerne da matéria: a aventura científica que levou à descoberta do bóson de Higgs. São Paulo: Companhia das Letras, 2013. 212 p. 3- O amor é vermelho "...E porque sabe que é feito de finais O amor nunca começa ou se perde no momento em que inicia O amor vicia". (VARGAS, 2005)
4 - ROMERO, Sílvio. A princesa que dormia. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, [1996]. 71 p.
5 - VARGAS, Suzana. Caderno de outono e outros poemas. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 1997. 155 p. ISBN 85-85869-12-7 URBANA II "Que sentimento me empurra por janeiro e o ano inteiro? Que cavalos, que forças indizíveis me lançam para a frente e para a frente? De tão apressada engulo. não mastigo minha sorte. Não sei se é sede de vida ou avidez pela morte."
6 - GOMES, Laurentino. 1808: como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a história de Portugal e do Brasil. São Paulo: Planeta, 2007. 414 p. ISBN 978-85-7665-320-2.
7 - MOURA, Sandra; PINTO, José Nêumanne (Coord.). Os cem melhores poetas brasileiros do século. São Paulo: Geração, 2001. 324 p.
8- MORICONI, Italo (Org.). Os cem melhores poemas brasileiros do século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. 350 p.

21 de dez de 2013

A sala dos 13 sonhos

Aqui, uma foto dos meus queridíssimos afilhados: Primeira turma de formandos do ensino médio da E.E.E. Médio Nossa Senhora da Esperança. Há aproximadamente 3 anos que não estou mais lá (atualmente estou lotada na Escola Rosário) e, mesmo assim, fui agraciada pelo convite para ser Paraninfa. Fiquei muito feliz. Estou feliz. Serei eternamente feliz. A seguir, discurso que fiz em alguns minutos, o mesmo está disponível para ser socializado. Nada é meu, a inspiração foi dos queridos afilhados e leituras que fiz, faço, refaço, "transfaço" mas não desfaço.
Excelentíssimo Sr. Roque Kreutz, diretor da Escola Estadual de Ensino Médio Nossa Senhora da Esperança. Demais autoridades. Senhoras e Senhores. Boa Noite. Meus queridos afilhados, sinto-me honrada pela oportunidade que vocês me concederam de estarmos juntos neste dia de comemoração. Foram anos em salas de aulas, desde as primeiras letras auxiliadas pelas mãos de hábeis professoras até as complicadas abordagens no final do Ensino Fundamental e durante o Ensino Médio. Muitos foram os que se perderam no caminho, mas vocês estão aqui, desafiaram o tempo e o espaço. São vitoriosos! Meus parabéns. O pregador Eclesiastes falando sobre o tempo, afirmava haver para todas as coisas, um tempo determinado. O tempo hoje é de comemoração, de alegria, de regozijo. A maioria das pessoas afirma que o bem supremo do homem é a felicidade. Quando o jovem Karl Marx realizava seu exame final de língua alemã no Ginásio de Treves, seu professor mandou-o dissertar sobre o tema: “Reflexões de um jovem a propósito da escolha de uma profissão”. Marx desenvolveu ali duas ideias que deveriam acompanhá-lo por toda a vida. A segunda, era a ideia de que existem obstáculos e dificuldades que fazem com que a vida das pessoas se desenvolva em parte sem que elas tenham condições para determiná-las, mas a primeira era a de que o homem feliz é aquele que faz os outros felizes; a melhor profissão, portanto, deve ser a que proporciona ao homem a oportunidade de trabalhar pela felicidade do maior número de pessoas. Felicidade é doar os dons que recebeu. A felicidade só existe se for compartilhada, portanto precisamos viver com os outros, para os outros, e nos posicionarmos por algo maior que nós mesmos. A vida é uma recíproca troca. “Tudo que conquistamos se torna mais valioso se compartilhado com pessoas especiais que de alguma forma foram fundamentais para o nosso sucesso” Alguns sociólogos afirmam que a natureza nos fez bons, outros que nos tornamos bons pelo hábito, outros ainda pela instrução. Os dotes naturais, evidentemente, não dependem de nós; quanto as palavras e a instrução, receamos que elas não sejam eficazes em relação a todas as pessoas, mas que "a alma de quem aprende deve primeiro ser cultivada por meio de hábitos que induzam quem aprende a gostar e a desgostar acertadamente à semelhança da terra que deve nutrir a semente". Que eu, nós, vocês, principalmente vocês queridos afilhados possam cultivar a semente do hábito. O velho oráculo não cansa de lembrar-nos: “pensamento gera ação, ação gera hábito, hábito gera caráter e caráter gera o destino”. Somos responsáveis por nosso destino. Eu pensava que o futuro era algo estático, sólido, fixo, hermético, descobri que tudo é fluido. Você pode sonhar grande ou sonhar pequeno. Os caminhos são infinitos, os resultados incertos. As falhas e obstáculos no caminho são necessários para nossa aprendizagem. Há pouco aprendizado no sucesso. O importante é que cada adversidade , torne-se um estímulo, que cada insucesso uma lição de vida, que cada vitória e conquista um impulso para ir mais longe em busca de novos sonhos. As partículas atômicas tem comportamento dual: ora onda, ora partícula. 99,9% do átomo é vazio e onda, só 1% é matéria (isso significa que o tudo é quase nada, mas é um nada inteligente). Não há lugar, não há tempo, há apenas os limites da nossa consciência, portanto, sejam audaciosos, sejam sonhadores, sejam criativos, sejam persistentes, e acima de tudo sejam muito dedicados. “A vida precisa se tornar uma dedicação, somente então haverá sentido. O sentido vem através da dedicação, e quanto maior o objeto de dedicação, maior será o sentido”. Todos sabemos que nosso medo mais profundo não é o de não sermos bons o suficiente. “Nosso medo mais profundo é o de sermos poderosos além das medidas. Por isso nos perguntamos quem somos para nos considerarmos brilhantes, maravilhosos, talentosos e fabulosos. Na verdade quem não somos? Estamos todos aqui para irradiar como fazem as crianças, e à medida em que deixamos a nossa luz brilhar, inconscientemente, damos aos outros permissão para que brilhem também.” Para que isso ocorra, reitero 3 conselhos primordiais e incansavelmente falado em sala de aula por todos os colegas professores que deverão ser considerados de agora em diante: 1º conselho: estudem, 2º conselho: estudem, 3º conselho: estudem. Nunca parem de estudar, de ler, de aprender, de se movimentar, pois “quem não se movimenta não sente as correntes que o aprisionam”. Estamos em constante movimento, "nada é permanente, exceto a mudança". Állivan sempre brincalhão e um excelente atleta, Angélica muito dedicada e participativa, Darlen atencioso e prestativo, Etiane esforçada e responsável, Jacson sempre muito atento e querido por todos, Karina foi voltou, ficou para fazer parte do terceirão, Julia esforço recompensado, Larissa atenciosa, estudiosa, Lucas sempre presente e um ótimo amigo, Maiara esforçada, querida, prestativa e muito ativa, Natália sempre disposta a colaborar, Rafaela quietinha e muito dedicada, Tassiani esforçada, responsável e de iniciativa. Meus queridos afilhados da “sala dos 13 sonhos”, lembrem-se de que o sonho de ontem é a esperança de hoje e a realidade de amanhã. Eduardo Galeano já dizia: “Somos o que fazemos, mas somos principalmente aquilo que fazemos para mudar o que somos”, lembrem-se do passado, valorizem o presente e apostem/sonhem com o futuro, porque afinal, os melhores anos de suas vidas ainda estão por vir. Adoro vocês.

9 de dez de 2013

RNP - Rede Nacional de Pesquisa

As informações sobre os serviços disponibilizados pela RNP encontram-se consolidadas no Catálogo de Serviços da RNP, estando os mesmos classificados da seguinte forma: Comunicação e Colaboração, Disponibilização de Conteúdos Digitais, Gestão de Identidade, Hospedagem Estratégica e Suporte à Rede Acadêmica. O site para acesso ao catálogo é: http://portal.rnp.br/web/servicos

22 de nov de 2013

You tube Edu