27 de ago. de 2019
Argolas
Argos espreita incansável
A solidão da noite escura
Não há consolo, há prantos vãos
Há gritos de protestos que ensurdecem
Quebrem as argolas!
Quebrem os ferrolhos!
Quebrem os contratos desumanos!
Está extinta a escravidão.
Argos continua à espreita
O dia é longo e a noite não vem
A solidão virou liberdade
Liberdade por metades
Liberdade sem bondade
Liberdade tão pesada
Bordada de grilhões
A solidão da noite escura
Não há consolo, há prantos vãos
Há gritos de protestos que ensurdecem
Quebrem as argolas!
Quebrem os ferrolhos!
Quebrem os contratos desumanos!
Está extinta a escravidão.
Argos continua à espreita
O dia é longo e a noite não vem
A solidão virou liberdade
Liberdade por metades
Liberdade sem bondade
Liberdade tão pesada
Bordada de grilhões
Maria Zulmira
Uma singela homenagem à minha tia Maria
Quem era ela?
De quem ela era?
Foi Maria do papai
Foi Maria do tio João
Foi a Maria da tia Sinhá
Foi a Maria do Patrão
Foi Maria vai com as outras
Foi Maria prostrada ao chão
Foi Maria irmã de Marta
Foi até Maria-João
Um dia mirou por acaso
Um espelho da vida, e sem ira
Olhou, pensou, declarou:
Agora sou, apenas, Zulmira!
Quem era ela?
De quem ela era?
Foi Maria do papai
Foi Maria do tio João
Foi a Maria da tia Sinhá
Foi a Maria do Patrão
Foi Maria vai com as outras
Foi Maria prostrada ao chão
Foi Maria irmã de Marta
Foi até Maria-João
Um dia mirou por acaso
Um espelho da vida, e sem ira
Olhou, pensou, declarou:
Agora sou, apenas, Zulmira!
29 de abr. de 2018
Fluxo
Escrevi sensações, sem pensar, sem parar
Palavras que brotavam no fluxo do pensamento
No fluxo da tinha que se espalhava e borrava
No fluxo que não parava, de uma ideia que pipocava
Como água pingando do ar, como ondas do mar, o vento a soprar.
Como sangue escorrendo, da vida que esvai e acaba num ponto.
Estanquei a verborragia, sem mais verbos, só com um certeiro ponto.
Palavras que brotavam no fluxo do pensamento
No fluxo da tinha que se espalhava e borrava
No fluxo que não parava, de uma ideia que pipocava
Como água pingando do ar, como ondas do mar, o vento a soprar.
Como sangue escorrendo, da vida que esvai e acaba num ponto.
Estanquei a verborragia, sem mais verbos, só com um certeiro ponto.
Um e outro
Um Eu é verdadeiro
O outro é ficção
Um Eu é experiência
O outro é narração
Um Eu é armadilha
O outro é liberdade
Um Eu é essência
O outro é in/dignidade.
O outro é ficção
Um Eu é experiência
O outro é narração
Um Eu é armadilha
O outro é liberdade
Um Eu é essência
O outro é in/dignidade.
vIDA
Enquanto não conheço o George III, faço pequenas incursões pelo interior de Santa Cruz do Sul.
O combinado é nunca repetir o mesmo local.
Ontem, 28 de abril, foi a vez de conhecer o Restaurante Vulgo Vito, na Avenida Prefeito Orlando Oscar Baumhardt, 573, Linha Santa Cruz, em Santa Cruz do Sul, RS.
Os famosos aperitivos "couver artístico" estavam deliciosos; logo a seguir veio a salada da casa, perfeitíssima; em seguida o prato principal Prime Rib 60 com legumes salteados; o vinho da casa tinto, estava excelente e para finalizar, uma sopa de frutas vermelhas e o meu sempre almejado e ansiado Petit Gateau. Nunca vi tanta mesura, nunca me senti tão feliz. Celebrar a vida é o que importa, o resto é vaidade e correr atrás do vento.
Se os ventos vierem carregados de tempestades estou pronta para recebê-los com o coração tranquilo e com reverência.
Se os ventos vierem carregados de bonança, estou pronta para receber com a coluna reta e polidez concreta.
Que soprem os ventos! Que venham os ventos! Importa é o movimento, estou à espera com a mesura mais sincera e discreta.
O combinado é nunca repetir o mesmo local.
Ontem, 28 de abril, foi a vez de conhecer o Restaurante Vulgo Vito, na Avenida Prefeito Orlando Oscar Baumhardt, 573, Linha Santa Cruz, em Santa Cruz do Sul, RS.
Os famosos aperitivos "couver artístico" estavam deliciosos; logo a seguir veio a salada da casa, perfeitíssima; em seguida o prato principal Prime Rib 60 com legumes salteados; o vinho da casa tinto, estava excelente e para finalizar, uma sopa de frutas vermelhas e o meu sempre almejado e ansiado Petit Gateau. Nunca vi tanta mesura, nunca me senti tão feliz. Celebrar a vida é o que importa, o resto é vaidade e correr atrás do vento.
Se os ventos vierem carregados de tempestades estou pronta para recebê-los com o coração tranquilo e com reverência.
Se os ventos vierem carregados de bonança, estou pronta para receber com a coluna reta e polidez concreta.
Que soprem os ventos! Que venham os ventos! Importa é o movimento, estou à espera com a mesura mais sincera e discreta.
31 de jan. de 2018
Marcos
Os mais de 10 dias que passamos entre Verona, Veneza, Firenze e Roma foram deliciosamente deslumbrantes. O termo “deslumbrante” é insuficiente para expressar tudo que sentimos. Muitas vezes as emoções transformavam-se em lágrimas em cada obra de arte renascentista, em cada arquitetura poética, em cada palácio ornamentado de temas épicos e mitológicos, em cada passo pelas estreitas ruas e vielas, em cada olhar; desde a neve distante, os montes longínquos, até as pedras que alicerçavam os monumentos, que de forma inadvertida arrancavam lágrimas que teimosamente rolavam por nossas faces, para espanto e uma certa dose de ironia, de nosso jovem e estimado guia. A elegância dos transeuntes, o sussurrar dos sons clássicos que ecoavam os becos, o verde magnífico dos jardins, até o odor de Veneza, foram motivos de júbilo, contemplação, êxtase, emoção incontida. Jamais poderemos explicar em palavras tanto prazer! Seremos gratas ao Uni-Verso de algumas pessoas tão próximas, outras tão distantes que nos proporcionaram experiências significativas, gritantes, gratificantes. “A vida entre os homens é um fogo que queima, se dele tomarmos muito; mas se tomarmos pouco, ele nos alumia.” Somos hoje, uma espécie de centelha, graças aos nossos, Marcos, iluminadores.
Poema X Poesia
Poema é texto
Poesia é contexto
Intertexto a “coisa-em-si”
Poema é letras
Poesia é música
Som, calma, fúria
DÓ-SOL-LÁ-MI
Poema é escrita
Poesia é imagem
Cor, visão,
imaginação do que vi
Poema é matemática
Poesia é o número Pi
Poesia é contexto
Intertexto a “coisa-em-si”
Poema é letras
Poesia é música
Som, calma, fúria
DÓ-SOL-LÁ-MI
Poema é escrita
Poesia é imagem
Cor, visão,
imaginação do que vi
Poema é matemática
Poesia é o número Pi
30 de jan. de 2018
O Trabalho e os Dias
Eles eram plantadores e moedores de cana, derrubadores de mata e semeadores de mudas; eram vaqueiros, remeiros, pescadores, mineiros, e lavradores; eram artífices, caldeireiros, marceneiros, ferreiros, pedreiros e oleiros; era domésticos e pajens. Guarda-costas, capangas e capitães-do-mato; feitores, capatazes e até carrascos de outros negros. Estavam e todos os lugares: nas cidades, nas lavouras, nas vilas, na mata, nas senzalas, nos portos, nos mercados, nos palácios. Carregavam baús, caixas, cestas, caixotes. Lenha, cana, quitutes, ouro e pedras, terra e dejetos. Também transportavam cadeirinhas, redes, literas onde, sentados ou deitados, seus senhores passeavam (ou até viajavam). Eles eram, de acordo com o Jesuíta Antonil, “as mãos e os pés dos senhores de engenho”.
Mas, no Brasil, os escravos fora ainda mais que isso: foram os olhos e os braços dos donos das minas; foram os pastores dos rebanhos e as bestas de carga; fora os ombros, as costas e as pernas que fizeram andar a Colônia , mas tarde, o Império. Foram o ventre que gerou imensa população mestiça e o seio que amamentou os filhos dos senhores. Deixaram uma herança profunda: em 500 anos de história, o Brasil teve três séculos e meio de regime escravocrata contra apenas um de trabalho livre.
Que conseqüências teve esse legado? Onde começa e para onde conduz? Quais suas origens? Já houve que arriscasse uma explicação: “Se há um povo dado à preguiça, sem ser o português, então não sei eu onde ele existia (...) Essa gente tudo prefere suportar a aprender uma profissão qualquer”, escreveu o humanista flamengo Nicolau Clenardo, ao visitar Portugal em 1535. É elucidativo que, em Portugal, o verbo “mourejar” tivesse se tornado sinônimo de “trabalhar”. Se no Reino era assim, pior ficou no trópico.
Em 1808, ao visitar o Brasil, John Luccock, um Inglês, comentou que os brancos se sentiam “fidalgos demais para trabalhar em público”. Meio século depois, Thomas Ewbank, também britânico, dizia que no Brasil, “um jovem preferia morrer de fome a abraçar uma profissão manual”. Segundo ele, a escravidão tornara “o trabalho desonroso – resultado superlativamente mau, pois inverte a ordem natural e destrói a harmonia da civilização”As críticas não eram arrogância britânica: para Luís Vilhena, mestre português que ensinava grego na Bahia, o Brasil era o “berço da preguiça”
Fonte: Brasil: Uma História – Editora Ática – 1ª Edição.
Os Requintes da Crueldade
Como todas as sociedades escravocratas, também no Brasil a variedade de suplícios e castigos estipulados pelos senhores para punir seus servos foi ampla, geral e irrestrita. A punição mais comum era o açoite em praça pública, regulada pelo Código Penal. Num de seus desenhos mais conhecidos, o francês Jean Baptieste Debret, que esteve no Brasil de 1816 a 1831, retratou esse suplício e escreveu sobre ele: “O povo admira a habilidade do carrasco que, ao levantar o braço para aplicar o golpe, arranha de leve a epiderme, deixando-a em carne viva depois da terceira chicotada. Conserva ele o braço levantado durante o intervalo de alguns segmentos entre cada golpe, tanto para contá-los em voz alta como para economizar forças até o final da execução. O chicote, que ele mesmo fabrica, tem sete ou oito tiras de couro bastante espessas e bem retorcidas. Esse instrumento contundente nunca deixa de produzir efeito quando bem seco, mas, ao amolecer, pelo sangue, precisa o carrasco trocá-lo, mantendo para isso cinco ou seis a seu lado, no chão (…). Embora fortemente amarrado ao “pau de paciência”, como se chama o pelourinho, a dor dá-lhe tanta energia que a vítima encontra forças para se erguer nas pontas dos pés a cada chicotada, movimento convulsivo tantas vezes repetido que o suor da fricção do ventre e das coxas da vítima acaba polindo o pelourinho.
Entretanto, alguns condenados (e esses são temíveis) demonstram grande força de caráter, sofrendo em silêncio até a última chicotada. De volta à prisão, a vítima é submetida a uma segunda prova, não menos dolorosa: a lavagem das chagas com vinagre e pimenta e grande quantidade de sal.
“Essas penas, de 50 a 200 chibatadas, são rigorosas, mas há outras bárbaras, como a que condena à morte o chefe de quilombos: são 300 chibatadas ao longo de vários dias. No primeiro, ele recebe cem, à razão de 30 por vez. A última execução abre chagas já profundas e ataca as veias mais importantes, provocando uma tal hemorragia que o negro sucumbe”.
Faltas “menos graves” eram punidas com palmatória, cujas pancadas podiam chegar a 200: com o tronco que, segundo Debret, provocava “mais tédio do que dor”; ou com a gargalheira, colar de ferro com vários ganchos que facilitava a captura de escravos fujões. A primeira fuga era punida com a marcação, por ferro em brasa, de um F no rosto ou no ombro do escravo. Na segunda tentativa, o fugitivo tinha uma orelha cortada e, na terceira, era chicoteado até a morte. Outras “faltas graves”, além de fuga, podiam ser punidas com a castração, a quebra dos dentes a martelo, a amputação dos seios, o vazamento dos olhos ou a queimadura com lacre ardente. Houve casos de escravos lançados vivos nas caldeiras ou passados na moenda, além daqueles que, besuntados de mel, foram atirados em grandes formigueiros. O estudo mais aprofundado dos castigos revela que não eram aplicados para “corrigir” o escravo (mesmo porque, muitas vezes não se sobrevivia a els), mas para semear o terror entre os que eram forçados a assistir aos suplícios. As punições eram, em geral, aplicadas por outros escravos – atrás deles, porém, ficava o feitos, sempre pronto a punir qualquer brandura ou esmorecimento por parte do carrasco. Durante 300 anos, o castigo foi uma peça básica para a manutenção de engrenagem escravocrata.
Imagens-Fonte: http://migre.me/7uJTO
“Essas penas, de 50 a 200 chibatadas, são rigorosas, mas há outras bárbaras, como a que condena à morte o chefe de quilombos: são 300 chibatadas ao longo de vários dias. No primeiro, ele recebe cem, à razão de 30 por vez. A última execução abre chagas já profundas e ataca as veias mais importantes, provocando uma tal hemorragia que o negro sucumbe”.
Faltas “menos graves” eram punidas com palmatória, cujas pancadas podiam chegar a 200: com o tronco que, segundo Debret, provocava “mais tédio do que dor”; ou com a gargalheira, colar de ferro com vários ganchos que facilitava a captura de escravos fujões. A primeira fuga era punida com a marcação, por ferro em brasa, de um F no rosto ou no ombro do escravo. Na segunda tentativa, o fugitivo tinha uma orelha cortada e, na terceira, era chicoteado até a morte. Outras “faltas graves”, além de fuga, podiam ser punidas com a castração, a quebra dos dentes a martelo, a amputação dos seios, o vazamento dos olhos ou a queimadura com lacre ardente. Houve casos de escravos lançados vivos nas caldeiras ou passados na moenda, além daqueles que, besuntados de mel, foram atirados em grandes formigueiros. O estudo mais aprofundado dos castigos revela que não eram aplicados para “corrigir” o escravo (mesmo porque, muitas vezes não se sobrevivia a els), mas para semear o terror entre os que eram forçados a assistir aos suplícios. As punições eram, em geral, aplicadas por outros escravos – atrás deles, porém, ficava o feitos, sempre pronto a punir qualquer brandura ou esmorecimento por parte do carrasco. Durante 300 anos, o castigo foi uma peça básica para a manutenção de engrenagem escravocrata.
Imagens-Fonte: http://migre.me/7uJTO
8 de mar. de 2015
9 de jan. de 2015
28 de out. de 2014
21 de abr. de 2014
História
Alguns livros de Eric Hobsbawm, um dos maiores historiadores do século XX, estão disponível para serem baixados ou lidos em PDF na internet.
Atualmente o leitor pode fazer download de forma grátis dos seguintes livros:
Nações e nacionalismo desde 1780
Ecos da Marselhesa
A era das revoluções
A era do capital
Era dos extremos
Era dos impérios
Eric Hobsbawm nasceu no Egito sob domínio britânico, por isso passou a ter nacionalidade britânica. Militante político do Partido Comunista da Grã-Bretanha até a década de 90, também fez parte de uma corrente de historiadores ingleses que renovaria a escrita da história e o próprio marxismo. Faleceu em outubro de 2012.
Acesse: http://www.diarioliberdade.org/mundo/resenhas/44522-livros-do-historiador-marxista-eric-hobsbawm-gr%C3%A1tis-em-pdf.html
16 de abr. de 2014
24 de mar. de 2014
27 de fev. de 2014
Estupefação
E o tempo chegou devagarinho
Mal percebi sua inexorável arte
Espelhei-me nos outros e em mim
Hoje, procuro encontrar-me em cada parte.
Ao olhar-me no espelho, estupefata
Não reconheço quem eu sou, quem eu fui
Sempre que espio, uma outra parte some
É quase uma brincadeira de esconde-esconde
Ao buscar encontrar as minhas partes
Sempre sobra um pedaço não igual
Incompleta, espalhada, continuo nesta vida.
Procurando encontrar o não dual.

Mal percebi sua inexorável arte
Espelhei-me nos outros e em mim
Hoje, procuro encontrar-me em cada parte.
Ao olhar-me no espelho, estupefata
Não reconheço quem eu sou, quem eu fui
Sempre que espio, uma outra parte some
É quase uma brincadeira de esconde-esconde
Ao buscar encontrar as minhas partes
Sempre sobra um pedaço não igual
Incompleta, espalhada, continuo nesta vida.
Procurando encontrar o não dual.

1 de jan. de 2014
Um SUPER 2014
Este ano terei que jogar no bixo, afinal, minha casa foi infestada, na virada, por estranhos insetos!
Vivo rodeada de pássaros de diferentes cores e cantos. Vivem aterrissando no meu quintal. No dia 31, ficamos eu + um pássaro (não sei de qual espécie) observando-nos mutuamente, por aproximadamente 5 ou 10 minutos. Foi incrível! Cantava e olhava-me...por um instante, pensei no "Bernardo" do Manoel de Barros, instantaneamente estiquei meu braço, mas o danado do pássaro não pousou em mim, tentei conversar com ele, mas continuou fitando-me e cantando. Achei fascinante, fiquei emocionada, mas confesso que depois dos 5 minutos brincando de "estátua" fiquei entendiada.
Na virada do ano, apareceram gafanhotos, louva-a-deus, baratas, aranha 1, aranha 2 (possivelmente a companheira), cascudos e para finalizar no primeiro dia do ano, caiu mais um passarinho do ninho, dentro da minha churrasqueira, oferecemos água e pão. Pensei em levá-lo na casa do professor Jair Putzke, mas decidi levá-lo amanhã para a UNISC. Não sei cuidar de bichos em cativeiro, nem em liberdade, mal sei cuidar de mim.
Pesquisei na internet sobre jogos e animais. Encontrei "Dicas do inconsciente".
Que Jung esteja certo, e que Freud ajude-me a sonhar... 2014, será SUPER, disso eu não tenho dúvidas.
DICAS DO INCONSCIENTE
As sugestões tradicionais de aposta para cada tipo de sonho
[Para quem sonhou com...] [Animal] [Grupo Dezenas]
Aliança, casamento, mesa, pérola = Avestruz = 1 01, 02, 03, 04
Briga, palhaço, uva = Águia = 2 05, 06, 07, 08
Abrigo, proteção, livro = Burro = 3 09, 10, 11, 12
Crianças, jardim, lua, montanha = Borboleta = 4 13, 14, 15, 16
Bruxa, Deus, raio, sombra = Cachorro = 5 17, 18, 19, 20
Escuridão, bebê, Sol = Cabra = 6 21, 22, 23, 24
Janela, lâmpada, moeda, ovo = Carneiro = 7 25, 26, 27, 28
Amigo, escada, homem, lápis, pirâmide = Camelo = 8 29, 30, 31, 32
Igreja, mar, noite, ponte, seios = Cobra = 9 33, 34, 35, 36
Beijo, pedra = Coelho = 10 37, 38, 39, 40
Leite, nudez, sapato = Cavalo = 11 41, 42, 43, 44
Anjo, sangue = Elefante = 12 45, 46, 47, 48
Cafunés, defuntos, faca, muro, óculos = Galo = 13 49, 50, 51, 52
Medo, nuvem, sal, vermelho = Gato = 14 53, 54, 55, 56
Ilha, umbigo = Jacaré = 15 57, 58, 59, 60
Acidentes, máscara, pé = Leão = 16 61, 62, 63, 64
Pedras preciosas = Macaco = 17 65, 66, 67, 68
Casamento, lago, mãe = Porco = 18 69, 70, 71, 72
Casa, fogo, ninho, pão, rio = Pavão = 19 73, 74, 75, 76
Dinheiro, flor, neve, olhos, remédio = Peru = 20 77, 78, 79, 80
Carnaval, filhos, relógio = Touro = 21 81, 82, 83, 84
Fantasma, navio, orelha, praia, rei = Tigre = 22 85, 86, 87, 88
Adultério, naufrágio, pai, queda, vulcão = Urso = 23 89, 90, 91, 92
Exército, hospital, nascimento, quartel = Veado = 24 93, 94, 95, 96
Espelho, estrela, onda, quadro = Vaca = 25 97, 98, 99, 00
01 Avestruz
02 Águia
03 Burro
04 Borboleta
05 Cachorro
06 Cabra
07 Carneiro
08 Camelo
09 Cobra
10 Coelho
11 Cavalo
12 Elefante
13 Galo
14 Gato
15 Jacaré
16 Leão
17 Macaco
18 Porco
19 Pavão
20 Peru
21 Touro
22 Tigre
23 Urso
24 Veado
25 Vaca
27 de dez. de 2013
Um filme por dia, nos próximos 15 dias.
Pelos meus olhos,roteiro e direção de Icíar Bollaín. "Conta a história de uma mulher que, numa noite de inverno, foge de casa levando consigo somente o filho e poucos pertences. Ela sabe que o marido vai procurá-la e isso a deixa apavorada. Ela é tudo pra ele, é o seu Sol. Ele diz, inclusive, que foi ela que lhe deu seus olhos. Ao longo do filme, as personagens vão revelando um fascinante quadro familiar, através do qual saberemos quem é quem e onde os conceitos de lar, amor e proteção se confundem com inferno, dor e medo." Tema: Violência contra a mulher.
Mutum quer dizer mudo. Direção de Sandra Kogut. "Mutum é um pássaro preto que só canta à noite. E Mutum é também o nome de um lugar isolado no sertão de Minas Gerais, onde vivem Thiago e sua família. Thiago tem dez anos e é um menino diferente dos outros. É através do seu olhar que enxergamos o mundo nebuloso dos adultos, com suas traições, violências e silêncios. Ao lado de Felipe, seu irmão e único amigo, Thiago será confrontado com este mundo que ele também terá que aprender a deixar..."
Memória para uso diário . Direção, pesquisa e produção, Beth Formaggini ; direção e produção, Roberto Wong. "Nosso fio condutor é Ivanilda, que durante 31 anos procurou nos arquivos sinais do seu marido desaparecido político. Suas idas e vindas se trançam com as ações de militantes e parentes das vitimas da ditadura e da violência policial dos dias de hoje que vão desvelando outros fios pelas ruas e cemitérios clandestinos do Rio. Eles pertencem ao Grupo Tortura Nunca Mais /RJ e interagem entre a lembrança traumática e o esquecimento no trabalho de trazer à tona a memória de fatos recentes, revelando a seletividade da história oficial e de construir uma memória política. Pensam o passado para que se possam libertar o futuro dos fantasmas que ainda nos perseguem no presente."
Persona. Direção Ingmar Bergman. "Uma atriz teatral de sucesso sofre uma crise emocional e emudece. Para se recuperar, parte para uma casa de campo, sob os cuidados de uma enfermeira, que a admira e tenta compreender a razão de seu silêncio. Isoladas, as duas mulheres desenvolvem uma relação de forte intensidade emocional. A antológica seqüência inicial, as atuações viscerais de Bibi Andersson e Liv Ullman, a brilhante direção de Bergman fazem de Persona uma experiência cinematográfica fascinante e inesquecível."
O passado. Direção, Hector Babenco. "O Passado é a história de Rimini, jovem tradutor que termina um casamento de 12 anos com Sofia, sua primeira namorada. A delicadeza com a qual ambos conduzem a separação acaba quando ele começa a namorar Vera, modelo de 22 anos que, ao presenciar Sofia beijando-o a força, morre atropelada. Um ano depois, já refeito, Rimini se casa com Carmen, sua parceira de tradução. Uma amnésia misteriosa, decorrente do trauma da morte de Vera, apaga de seu cérebro o conhecimento de idiomas que ele traduz. Ajudado por Camen, Rimini tenta se adaptar ao papel incômodo de marido dependente. O nascimento do filho, Lucio, o ajuda a reanimar-se. Mas o casamento naufraga quando Sofia, num momento de loucura, seqüestra por algumas horas o bebê do casal depois de atrair Rimini para um hotel de encontros. Rimini nunca mais terá autorização para aproximar-se do filho e da ex-mulher."
A profecia celestina. Direção, Armand Mastroianni ; produção Barnet Bain ... [et al.]."Em 1993, Jemes Redfield publicou "A Profecia Celestina", que vendeu mais de 25.000.000 de cópias em todo o mundo até hoje. Desse Best-Seller surge uma magnífica produção de Hollywood, um romance cheio de ação e revelações. No filme, o espectador mergulha na heróica missão do autor, em sua jornada espiritual rumo ao Peru, buscando compreender o significado contido em nove manuscritos. Assim como no livro, do entendimento dessas mensagens brotam caminhos que levam ao futuro evolutivo de toda a humanindade, agora disponíveis a um público ainda maior, em DVD.."
Carandiru. Produzido e dirigido por Hector Babenco."Carandiru foi o 4º filme mais visto no Brasil em 2003, levando mais de 4 milhões de pessoas aos cinemas. O longa conta a história de um médico que realiza um trabalho de prevenção à AIDS no maior presídio da América Latina, o Carandiru. Lá ele convive com a realidade atrás das grades, que inclui violência, superlotação das celas e instalações precárias. Mas, apesar de todos os problemas, o médico logo percebe que os prisioneiros não são figuras demoníacas, existindo dentro da prisão solidariedade, organização e uma grande vontade de viver. Merece atenção, sobretudo, a polêmica abordagem da intervenção policial que matou 111 presos em 1992 e que ficou conhecida como "O Massacre do Carandiru"."
Eclipse. Direção, Michelangelo Antonioni ; produção, Raymond Hakim e Robert Hakim. "Um dos filmes essenciais dos anos 60, O Eclipse é a última parte da célebre "trilogia da incomunicabilidade" do mestre Antonioni (A Noite). Logo após terminar com o namorado, Vittoria (Monica Vitti) conhece Piero (Alain Delon), um jovem operador da bolsa de valores. Apaixonados, iniciam um conturbado romance pelas ruas de Roma."
O tempo e o vento. "E assim, cortaram campos, atravessaram banhados, passaram rios em busca de uma nova vida. Agora, Ana Terra tinha certeza de que queria viver: para ver o filho crescer, conhecer os filhos do seu filho e, se Deus ajudasse, talvez os filhos do filho do seu filho. Uma nova família começará com ela: os Terra Cambará.
Morre o Capitão. Mas sua lenda fica. Seus descendentes imbuídos do ímpeto, da valentia e da grandeza do Capitão constituirão a dinastia Terra Cambará. O Brasil se torna um país republicano, suas fronteiras delimitadas e é abolida a escravidão. O sangue do desconhecido Capitão Rodrigo não foi derramado em vão."
Sangue no gelo. Direção de Scott Walker "O detetive Jack Halcombe (Nicolas Cage) está investigando os crimes de Robert Hansen (John Cusack), um serial killer que, há 13 anos, tem espalhado terror pelas ruas da cidade de Anchorage, no Alaska. Hansen só faz vítimas do sexo feminino. Ele já sequestrou mais de 20 mulheres e as deixou na mata, só pelo prazer doentio de caçá-las. Cindy Paulson (Vanessa Hudgens), uma jovem de 17 anos, consegue escapar das garras de Hansen e resolve ajudar o detetive Halcombe a prender o assassino."
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