12 de nov de 2008

A mulher que comeu o mundo - Direção de Gilberto Icle

Assisti o espetáculo "A mulher que comeu o mundo".
Transcrevo parte que está no folhetim de divulgação.
"A metáfora da gorda abre uma multiplicidade de interpretações e olhares. A primeira de cunho social. A gorda e suas peripécias seriam a sucessão da ganância e da busca desenfreada pelo poder, na qual uns sucedem aos outros, tornando-se todos "gordos" após conquistar um determinado lugar. A segunda de apelo mais humanístico, poderia revelar a idéia da ridícula condição humana de querer a permanência, a posse das coisas e, por isso, lutar, matar e fazer guerra."

O pai da gorda morre
sem saber o que fazer
esfarela o pai e o come
e só sabe comer, comer e comer.

lutar
matar
morrer

Nenhum comentário:

Postar um comentário