17 de out de 2008

Tempo



Passam as horas, e eu estrada afora
criando sonhos prá poder chorar
por entre minhas mãos carrego minha vida,
a fé e a esperança, me fazem gozar
Dura menos, que minutos, instantes, segundos
meus sonhos rolaram escada abaixo
mais um vez, não tenho perdão
minha esperança caminha na contramão
A ousadia audaciosa vai atrás do coração
e a coragem na mesma direção
e mais uma vez me ferro. Triste decepção!
A falta de inteligência, coerência
discernimento, letramento
e a existência de um pueril contentamento
enoja, desaloja,
que tormento!
tudo vai jogado ao vento
e só permanece minhas emoções
e com elas meus sofrimento
no tempo.

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