1 de fev de 2009

Consolação

Ávida por acreditar em mistérios, fantasmas, curiosidades, milagres, etc. Rezei e quase me ajoelhei no mausoléu de Maria Judith de Barros.
Bem, acreditem ou não, no mesmo dia recebi meu primeiro milagre! Voltei para Santa Cruz e mais milagres!!! Será verdade, que basta rezar com fé!?
Voltarei para agradecer, as graças alcançadas. Fui agraciada, sou agraciada! e no cemitério da Consolação fui consolada.
Vejam:
Após rezar à Maria Judith de Barros consegui:
-Contato com uma senhora desconhecida que deu telefone fixo e não fixo caso necessitássemos qualquer ajuda em São Paulo;
-Contatos para ir o ano que vem à Inglaterra;
-Lanche gratuito próximo a Av. Paulista e Av. Angélica;
-O primeiro salário do estado sem cortes depois de quase um ano de empréstimos e supressões;
-A grana necessária e suficiente para voltar, emprestar e para o ano todo, ao que parece...
-O resto é tão inusitado e impensável que é também impublicável.

Visitei ainda os mausoléus de:

Mário de Andrade (poeta e escritor)
Monteiro Lobato (escritor)
Marquesa de Santos (benemérita)
Tarsila do Amaral (pintora)
Ruth Cardoso ('Uma andorinha que fez verão')

Leia mais: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cemitério_da_Consolação

Imagino as caretas de riso "da minha avidez por acreditar em mistérios" ou do meu quase "despencamento no mausoléu"... Os melhores milagres são os que nunca existiram... dão um pequeno esforço prá preparar e grande facilidade em se fazer acreditar. A 'múmia' de Dona Judith estremeceu ante o meu quase 'estatelamento'. E as bençãos, graças e milagres passaram a ser 'vívidos'... vividos. Não anunciados, proclamados ou conclamados. Óhhh! Louvada sejas vida!

Detalhe:
Estou lendo Dewey , a história de um gato que mudou a vida de uma cidade. "Adotado pelos funcionários da biblioteca pública de uma pequena cidade americana Dewey logo se tornou figura querida entre os moradores, aumentando a frequência da biblioteca.
Paro de ler por alguns instantes o livro (para quem não sabe, Dewey foi um bibliotecário Melvil Dewey e também é nome de sistema de classificação CDD - Classificação Decimal de Dewey) e ligo para São Paulo para agradecer a senhora desconhecida que nos deu o telefone caso precisássemos de ajuda. Descubro que ela é bibliotecária aposentada e da próxima vez, basta ligarmos que ela nos mostrará São Paulo. Me contou também por telefone, uma história curiosa: que estava certa vez no cemitério (ela adora arte tumular) e num instante sobre a relva surgiu a figura de um frei, assustada olhou uma, duas, três vezes! Na terceria vez seu consciente cutucou seu inconsciente e o frei desapareceu. Soube mais tarde que tratava-se de Ildefonso Xavier Ferreira (1795-1871) primeiro professor da Faculdade de Direito de São Paulo e pasmem: Bibliotecário!
Adoro a vida com suas intersecções, conexões, interligações, sincronicidades...verdadeiras ou parte do imaginário?? Não sei não, será o telefone tocando??? Vou atender. Será imaginário ou um bibliotecário??!

Duas horas depois:
Acabo de ser convidada, por um bibliotecário, para dar uma palestra em aula inaugural no curso de biblioteconomia da Furg. O evento deverá ocorrer no dia do bibliotecário 12 de março. Vou me conter ... háháhá hihihi hehehe.

3 comentários:

  1. Minha graça é ser rodeada de bibliotecários, amigos queridos, que me motivam no mundo dos livros, que esses sim, são minha maior graça...
    abraço cheio de graça

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  2. Olá Jorcenita eu falei outro dia com Vera, que tinha "visto" O Cônego Ildefonso no Cemitério da Consolação. Acontece que o Cônedo é meu tetravô...isso mesmo. Vera ficou contente pois mandei a ela a foto de Ildefonso. Abraço;
    Idivaldo
    micali.farm@hotmail.com

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  3. Olá Idivaldo!
    Também encontrei a Vera "que não é alma" no cemitério da Consolação. Ela foi um espetáculo!E realmente entre tantas coisas que ela rapidamente nos contou, também falou em ter "visto" um certo Cônego passeando no Cemitério. Foi muito interessante!
    Abraços

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